quarta-feira, 27 de agosto de 2008
do they owe us a living - crass
fuck the politically minded here's something i want to say about the state of the nation the way it treats us today at school they give you shit drop you in the pit you try and try and try to get out but you can't because they've fucked you about then you're a prime example of how they must not be this is just a sample of what they've done to you and me chorus: do they owe us a living? course they do, course they do owe us a living? course they do, course they do owe us a living? course they fucking do! they don't want me anymore cos i threw it on the floor used to call me sweet thing but i'm nobody's plaything now that i am different you'd love to bust my head you'd love to see me cop-out love to see me dead chorus the living that is owed to me i'm never going to get buggered this old world up up to their necks in debt they'll give you a lobotomy for something you ain't done they'll made you an epitome of everything that's wrong don't take any notice what the public think they're so hyped up with t.v. just don't want to think use you as a target for demands and advice when you don't want to hear it say you're full of vice
Magia
Devagarinho chego junto de ti
dormes ainda
mulher
criança
meu corpo anseia pelo teu
quero-te minha
preciso que abras os olhos
e me olhes
nesse teu jeito que me provoca
Afasto os lençóis que te cobrem
e o teu corpo surge
na tua lingerie de renda
que te deixa mais nua para mim
O meu desejo aumenta
curvo-me sobre ti
devagarinho
a minha língua
procura os teus seios
ainda cobertos pela frágil renda
sei que acordas
mas finges dormir
na tua boca brinca um leve sorriso
as minhas mãos percorrem-te
chamo-te baixinho
e tu abres os olhos
com esse olhar que conheço
que me leva à loucura
As minhas mãos ansiosas
arrancam a tua lingerie
e tenho-te finalmente nua
teu corpo banhado pela luz rosa
que nos ilumina
A minha boca corre voraz
centímetro a centímetro
na tua pele quente
que se arrepia
Sinto-te entregue
nossos corpos procuram-se
quando as tuas pernas me enlaçam
nossos corpos fundem-se
com o sabor da primeira vez
fazemos movimentos lentos
sem pressa
saboreamos a junção dos corpos
a magia da entrega
Sei que me queres
eu desejo prolongar este momento
nossos corpos são um só
num bailado de desejo
carne
suor
prazer
até ao momento final
em que o prazer nos eleva
como um pássaro de fogo
rumo ao infinito
em uníssono
soltamos o prazer
envolto num grito
Pela noite fora
continuamos abraçados
numa ternura que bem conhecemos
à espera de um novo apelo
de sexo
de amor
em que nos perderemos
Devagarinho chego junto de ti
dormes ainda
mulher
criança
meu corpo anseia pelo teu
quero-te minha
preciso que abras os olhos
e me olhes
nesse teu jeito que me provoca
Afasto os lençóis que te cobrem
e o teu corpo surge
na tua lingerie de renda
que te deixa mais nua para mim
O meu desejo aumenta
curvo-me sobre ti
devagarinho
a minha língua
procura os teus seios
ainda cobertos pela frágil renda
sei que acordas
mas finges dormir
na tua boca brinca um leve sorriso
as minhas mãos percorrem-te
chamo-te baixinho
e tu abres os olhos
com esse olhar que conheço
que me leva à loucura
As minhas mãos ansiosas
arrancam a tua lingerie
e tenho-te finalmente nua
teu corpo banhado pela luz rosa
que nos ilumina
A minha boca corre voraz
centímetro a centímetro
na tua pele quente
que se arrepia
Sinto-te entregue
nossos corpos procuram-se
quando as tuas pernas me enlaçam
nossos corpos fundem-se
com o sabor da primeira vez
fazemos movimentos lentos
sem pressa
saboreamos a junção dos corpos
a magia da entrega
Sei que me queres
eu desejo prolongar este momento
nossos corpos são um só
num bailado de desejo
carne
suor
prazer
até ao momento final
em que o prazer nos eleva
como um pássaro de fogo
rumo ao infinito
em uníssono
soltamos o prazer
envolto num grito
Pela noite fora
continuamos abraçados
numa ternura que bem conhecemos
à espera de um novo apelo
de sexo
de amor
em que nos perderemos
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